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40 vagas para médicos veterinários em novo concurso da Adagro

A Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro) acaba de lançar um concurso público para preenchimento de 140 vagas, destas, 90 para o cargo de assistente de defesa agropecuária e 50 para o cargo de fiscal estadual agropecuário – onde 40 são destinadas a médicos veterinários. As inscrições para o concurso serão abertas no domingo, 30 de setembro, e seguem até o dia 8 de novembro. Já a prova está marcada para o dia 3 de fevereiro de 2019, em única etapa, por meio de uma prova objetiva de conhecimentos, de caráter eliminatório e classificatório.

Das vagas oferecidas para fiscal estadual agropecuário, 40 são destinadas para profissionais com formação superior em medicina veterinária, as outras 10 são para nível superior em agronomia. Entre as exigências, possuir a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), no mínimo na categoria B. O salário anunciado para o cargo, com vagas distribuídas para diversas cidades, como Recife, Caruaru e Surubim, é de R$ 4.860,21, com 40 horas de trabalho semanais.

Já para os cargos de assistente de defesa agropecuária, é necessário que os candidatos tenham formação em nível técnico em agropecuária ou em técnico agrícola, além de possuir também a CNH no mínimo de categoria B. O salário bruto para o cargo, com vagas distribuídas para diversos municípios de atuação da Adagro, é de R$ 2.601,93, com 40 horas de trabalho semanais.

As provas acontecerão no Recife, Nazaré da Mata, Garanhuns, Caruaru, Palmares, Arcoverde, Salgueiro e Petrolina. Segundo a divulgação no Diário Oficial da União, o concurso terá validade por dois anos, prorrogáveis por igual período. O resultado final está previsto para o dia 26 de fevereiro de 2018.

As inscrições do certame, organizado pelo Instituto de Apoio à Universidade de Pernambuco (Iaupe), serão realizadas exclusivamente via internet, por meio do site www.upenet.com.br. Para o cargo de assistente de defesa agropecuária, a taxa de inscrição é de R$ 50 e, para o cargo de fiscal estadual agropecuário, o valor é de R$ 64. Os pedidos de isenção da taxa de inscrição devem ser feitos até o dia 15 de outubro.

 

Publicação no Diário Oficial – Concurso da Adagro

 

Semana do Médico Veterinário encerra com saldo positivo

A Semana do Médico Veterinário superou as expectativas dos organizadores. O evento, que integra o calendário anual do Conselho, contou com mais de 400 participantes que lotaram a sede do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-PE). Entre os dias 11 e 14 de setembro, profissionais e estudantes dos cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia vieram debater, com 20 especialistas de três estados brasileiros, temas relevantes sobre mercado de trabalho, impacto do uso de agrotóxicos, doenças emergentes e saúde pública; além de legislação e normas de responsabilidade técnica (RT).

Ao longo da semana, universitários e profissionais de 18 órgãos, sendo seis universidades, vieram de diferentes municípios da Região Metropolitana de Pernambuco para trocar experiências e aprender mais sobre as diferentes áreas que auxiliam no desenvolvimento do médico veterinário. Este é um dos objetivos do evento para o presidente do CRMV-PE, o Dr. Marcelo Teixeira, que considerou o resultado do evento muito positivo.

“Estamos com a sensação de dever cumprido. Foram três dias inteiros de palestras e mesas redondas com temas variados, todos de grande relevância para a classe. Dessa forma, todos saem ganhando: os profissionais, que adquirem mais ciência, e a sociedade, que passa a contar com médicos veterinários mais capacitados nos diversos segmentos da profissão”, disse Marcelo, em seu discurso no dia de encerramento do evento.

Presente todos os dias do evento, a inspetora sanitária Elisa Araújo, também representante do Sindicato de Medicina Veterinária, costuma participar todos os anos da Semana de Medicina Veterinária, desde os tempos da universidade. “Considero o evento um momento oportuno para não só agregar, mas ampliar os conhecimentos e trocar experiências com outros profissionais”, disse Elisa.

Saúde pública e oftalmopatias felinas em pauta na programação

Dr. Luiz Augustinho Menezes da Silva. Foto: SF Fotografia

A grade de palestras da Semana do Médico Veterinário do CRMV-PE  foi aberta, nesta quarta-feira (12), pelo debate “Morcegos Urbanos e Saúde Pública: os Cuidados para uma Boa Interação”, comandado pelo Dr. Luiz Augustinho Menezes da Silva, biólogo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que abriu a conversa levantando a questão: afinal, os morcegos são vilões ou mocinhos? Com este mote, todo o debate foi desenvolvido em cima dos aspectos positivos e negativos da presença dos mamíferos em zonas urbanas.

Há uma grande variedade de morcegos no mundo, só no Brasil, são mais de 182 espécies do mamífero. Mais especificamente em Pernambuco, estudos apontam 30 espécies diferentes de morcegos vivendo em ambientes urbanos.

Segundo Luiz Augustinho, os morcegos são pintados como vilões, muitas vezes, por causa dos mitos e lendas nascidos das crendices populares, já que é comum que esses animais sejam associados aos vampiros, às bruxas e até aos demônios. Porém, voltando mais a linha do tempo, o professor resgatou simbologias positivas sobre o animal presente em outras culturas e civilizações, como os Maias, da América Central, que possuíam um Deus-morcego. Na China, o mamífero já foi considerado um símbolo da felicidade, e na antiguidade, o morcego era o representante da vigilância.

E os aspectos positivos da existência dos morcegos não param por aí. De acordo com o professor, ainda pode-se destacar o trabalho de dispersão de sementes realizado por eles, já que os animais chegam a transportar, aproximadamente, 500 sementes de plantas típicas de florestas e a polinização de pelo menos 500 espécies de plantas e 96 gêneros neotropicais em matas de capoeiras. Os morcegos também realizam o controle da população de invertebrados e vertebrados, e mais, espécies menos generalistas ainda podem ser utilizadas como bioindicadoras da qualidade do hábitat. Na África e em algumas tribos brasileiras, os morcegos são ainda utilizados como recursos alimentar.

Entre os aspectos negativos, o que mais pesa contra os mamíferos é a transmissão de doenças, como a raiva, histoplasmose e a criptococose. Na pecuária então, os prejuízos podem ser enormes, já que os morcegos hematófagos conseguem causar sérios danos ao transmitir o vírus rábico, chegando, em alguns casos, a reduzir drasticamente a população de mamíferos de criação.

As três espécies hematófagas, aliás, são muito responsáveis pelo preconceito sofrido pelos morcegos. As atividades crepuscular e noturna, o hábito de se abrigarem em cavernas e ambientes semelhantes também.

A estudante de Medicina Veterinária Camila Sousa. Foto: SF Fotografia

A estudante de medicina veterinária da UFRPE Camila Sousa, que acompanha programação da Semana do Veterinário desde o início, destacou a riqueza de informações da palestra. “O tema é muito interessante e ainda pouco debatido. Uma grande oportunidade de aprender, revisar e aprofundar nossos conhecimentos”, diz.

A incidência da raiva também foi abordada durante a palestra. Segundo levantamentos, entre 1991 a 2014, dos 186 municípios pernambucanos analisados, a cidade de São José do Egito se destaca na positividade de morcegos com a doença. No município, 13 casos foram confirmados durante o período.

O professor ainda deu dicas sobre os primeiros procedimentos a se tomar após um arranhão ou mordida de morcego e quais são as formas de se reduzir as agressões em humanos ou animais de estimação.

“É preciso desenvolver mais ações de educação em saúde voltadas aos morcegos, visando a preservação das espécies. A participação de órgãos públicos e da comunidade, nesses três níveis – educacional, saúde pública e arquitetura e urbanismo –  possibilitará uma coexistencia mais harmoniosa entre as pessoas e os morcegos”, afirma.

Palestra sobre esporotricose. Foto: SF Fotografia

Durante à tarde, o evento recebeu um seminário sobre esporotricose, uma problemática que tem deixado o estado de Pernambuco em alerta, sendo considerado um caso de saúde pública.  Para falar sobre a doença, uma micose subcutânea causada pelo fungo Sporothrix schenckii, que pode atingir humanos e animais, Francisco Duarte e Geane Oliveira, (Labend) ambos representantes da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), ao lado de Edna Michelly, professora da UFRPE.

À noite, às 19h, foi a vez da palestra Anclivepa-PE (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais de Pernambuco) com o Dr. Fabrício Bezerra de Sá, da UFRPE. Com o auditório lotado, ele abordou as “Oftalmopatias dos Felinos”, discorrendo sobre os exames oftalmológicos necessários, sinais clínicos e tratamentos.

Dr. Fabrício Bezerra da Sá fala sobre as oftalmopatias felinas. Foto: SF Fotografia

Segundo ele, o diagnóstico começa com o reconhecimento dos sinais, do que se pode visualizar no animal e também com as respostas apresentadas pelo tutor sobre questionamentos indicadores. “A partir do exame clínico é que fechamos o diagnóstico sobre a acuidade visual do animal. Os exames eletrofisiológicos podem quantificar o quanto ele enxerga ou perdeu de visão. Com isso podemos definir os tratamentos medicamentosos sistêmicos e tópicos para inflamações oculares, com a participação do tutor. Agora tem situações que não existe saída, no caso de uma catarata, tem que ser uma cirurgia”, alertou Fabrício.

 

Semana do Médico Veterinário 2018 tem início no Recife

Dr. Glenda Holanda em palestra na Semana do Médico Veterinário. Foto: SF Fotografia

O primeiro dia de programação da Semana do Médico Veterinário 2018, promovida pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária de Pernambuco (CRMV-PE) abordou a Lei Federal 13.680/2018, que modifica a lei que trata dos processos de fiscalização de produtos de origem animal produzidos de forma artesanal e temas relacionados aos impactos gerados pelo o uso dos agrotóxicos na agropecuária e na saúde humana.

A abertura do evento atraiu vários profissionais e estudantes de Medicina Veterinária e Zootecnia interessados em aprofundar os conhecimentos em questões ligadas à fiscalização e produção dos produtos artesanais de origem animal. O encontro, realizado durante a manhã no auditório do CRMV-PE.

Na palestra, comandada pela Dr. Glenda Holanda, gerente de inspeção animal da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro), foram debatidos profundamente artigos da lei 13.680 que deixam margem para dupla interpretação por não delimitar as normas. Entre as consequências, por exemplo, a Dr. Glenda citou a questão dos queijos e leites, que, se produzidos e comercializados de acordo com múltiplas interpretações podem se tornar um problema de segurança de alimentos. “O assunto gerou um debate nacional, pois trata de uma das competências do médico veterinário, mas que a nova lei não regulamenta de forma clara. A lei já está na pauta da nossa inspeção de Produtos de Origem Animal (POA)”, disse Glenda.

Mesa redonda da primeira palestra da Semana do Médico Veterinário 2018. Foto: SF Fotografia

Em seguida a mesa redonda provocou o debate com o público presente, formado, essencialmente, por representantes da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), fiscais da Adagro e inspetores da Vigilância Sanitária (VISA) dos municípios do Recife, Jaboatão dos Guararapes e Olinda. Um deles, Kildrey Aquino, que atua como coordenador de alimentos da VISA-Olinda, acredita que o evento é uma troca de ideias de veterinários com visões distintas. “É fundamental nos reunirmos para debater qual a competência de cada área, como no caso do tema de hoje, em que uma legislação federal em vigor cita como responsável o órgão de saúde pública, sem definir se é a vigilância sanitária ou a secretaria de agricultura”, explica Kildrey.

Com a mediação da Dr. Andrea Paiva Botelho Lapenda, professora da UFRPE, a mesa redonda teve a participação de Sérgio Resende, produtor rural (ABRASLeite); dos fiscais da Adagro José Wilson Bezerra e Marcus Medeiros, além do responsável técnico George Martins.

No encontro, José Wilson ainda fez um panorama das leis existentes em Pernambuco sobre procedimento de produção do queijo artesanal, previsto na Lei Federal 13.376, criada em 2007 e atualizada em 2013. As leis protegem o consumidor ao certificar produtores de laticínios livres de brucelose ou tuberculose. “Os produtos continuam sendo fiscalizados, mas a Adagro só tem como dispor sobre medida cautelar da propriedade. Quem interdita é o Governo Estadual. Acredito que só controlar não funciona é preciso certificar estas propriedades”, alertou José Wilson.

Mesa que debateu sobre os impactos dos agrotóxicos. Foto: SF Fotografia

Durante à tarde, a Semana do Médico Veterinário recebeu a mesa redonda “Impacto dos agrotóxicos e dos resíduos de medicamentos veterinários na agropecuária e na saúde humana”, promovida pela Academia de Medicina Veterinária de Pernambuco (AMVP). O seminário abordou profundamente a história do surgimento e popularização dos agrotóxicos no mundo e, mais especificamente, no Brasil, passando pelas necessidades de uso, composição dos produtos, benefícios para o setor agropecuário, malefícios para o meio ambiente e para a saúde humana e muito mais.

Dentro do programa, o Dr. Romero Marinho de Moura, da Academia Pernambucana de Ciência Agronômica, foi o primeiro a palestrar trazendo estudos e considerações sobre as consequências do uso dos agrotóxicos na agricultura e no meio ambiente. Em seguida, foi a vez da Dra. Vânia Freire Lemos, do Instituto Tecnológico de Laticínios do Agreste (Itep), falar sobre os agrotóxicos e os resíduos de medicamentos veterinários na pecuária e produtos derivados. Finalizando a mesa, a profa. Marília Teixeira de Siqueira, da Fiocruz e Universidade de Pernambuco (UPE), trouxe para a Semana do Médico Veterinário considerações sobre a intoxicação em humanos por agrotóxicos e como isso se reflete na saúde pública. A Dr. Maria José de Sena, magnífica reitora da UFRPE, atuou como mediadora da mesa redonda.

 

Cral divulga Nota Técnica sobre a Lei Federal 13.680/2018

Caros colegas,

Confiram agora a Nota Técnica sobre a Lei 13.680/2018, que modifica a Lei 1283, de 18 de dezembro de 1950, que dispõe sobre o processo de fiscalização de produtos alimentícios de origem animal produzidos de forma artesanal.

As alterações propostas pela nova Lei Federal (13.680) entram em contrariedade com o interesse público; já que todo o sucesso da produção agropecuária brasileira está alicerçado na Lei nº 1283, que, apesar de antiga, continua eficiente na garantia da qualidade dos produtos de origem animal (POA); e ainda geram conflitos de cumprimento relacionados a exigências sanitárias e mudanças na estrutura da fiscalização dos produtos.

As alterações, entre outras coisas, particularizam cuidados importantes da regulamentação de produtos artesanais e geram consequências adversas em todo o complexo sanitário do setor primário e secundário do Brasil.

Assim, preocupados com a exposição da saúde pública e da segurança da agropecuária brasileira, a Comissão Regional de Alimentos (Cral) do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Pernambuco (CRMV-PE) tece considerações sobre as mudanças.

 

Confira o documento na íntegra aqui: Nota Técnica – Lei 13.680

 

 

Conselho em homenagem ao Dia do Médico Veterinário Militar

Foto: Ascom – CRMV/PE

O Médico Veterinário Marcelo Brasil, conselheiro titular do CRMV-PE, participou, na última quinta-feira (21), representando o presidente da instituição, o Dr. Marcelo Weinstein Teixeira, de uma formatura realizada pelo 4º Batalhão da Polícia do Exército de Pernambuco, o “Batalhão João Fernandes Vieira”, em homenagem ao Dia do Médico Veterinário Militar, comemorado nacionalmente em 17 de junho. A solenidade, presidida pelo Exmo. Sr. General de Divisão Luiz Antônio Duizit Brito, Comandante da 7ª Região Militar, ainda contou com a presença de veterinários e diversos comandantes de organizações militares.

A formatura presta uma homenagem ao patrono da data, o tenente-coronel médico João Muniz Barreto de Aragão, que prestou inestimáveis serviços à veterinária, ao exército e à nação brasileira, sendo dele os esforços iniciais para a formação dos primeiros quadros de veterinária do exército.

Foto: Reprodução / 4BPE

Após as primeiras homenagens, o General de Divisão Luiz Antônio Duizit Brito, em seu discurso, destacou a importância da atuação dos Médicos Veterinários dentro do Exército Brasileiro, já que são esses profissionais que garantem a biossegurança dos quartéis e das operações, atuam no controle das zoonoses e na preservação ambiental, além de estarem sempre zelando pela saúde e bem-estar dos animais que participam das missões militares e também das tropas, inspecionando a qualidade da água e dos alimentos consumidos, mostrando o quanto todas essas atividades estão atreladas e são importantes. Não há uma divisão definida entre saúde humana e animal, trata-se de saúde única.

Foto: Reprodução / 4BPE

Um trabalho fundamental, como o exercido pela 1ª tenente Renata Guariento, Médica Veterinária do Batalhão João Fernandes Vieira, que atua como chefe da seção de cães de guerra, realizando treinamento de faro, guarda e proteção com os cães para eles possam atuar nas atividades do exército.

“Sinto-me inspirado e fortalecido pelo entusiasmo demonstrado pelos Médicos Veterinários do Exército Brasileiro e também pelos resultados que esses profissionais vêm alcançando. Em nome do CRMV-PE, só podemos parabenizá-los e desejar ainda mais disposição rumo ao engrandecimento da Medicina Veterinária a serviço da nação”, diz o conselheiro Marcelo Brasil.

 

Carteiras profissionais são entregues no CRMV-PE

Nesta segunda-feira (11), o CRMV-PE realizou mais uma solenidade de entrega de carteiras profissionais a novos Médicos Veterinários e Zootecnistas. A entrega foi conduzida pelo Dr. Marcelo Brasil Machado, conselheiro titular, que na oportunidade ainda falou sobre os caminhos da profissão!

Sejam bem-vindos, colegas!

Presidente da Comissão de Ética em entrevista sobre esporotricose

A médica veterinária Roseana Diniz, presidente da Comissão de Ética, Bioética e Bem-Estar Animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Pernambuco (CRMV-PE), concedeu uma entrevista neste sábado (5) à Rádio CBN sobre a problemática da Esporotricose no Estado.

Confira a conversa na íntegra:

Entrevista sobre a Esporotricose em Pernambuco

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