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EXPEDIENTE:

Seg. a Qui.: 08h às 17h
Sex: 08h às 14h

Aviso sobre o feriado de 15 de novembro

Em virtude do feriado de 15 de novembro, quando o Brasil comemora a Proclamação da República, não haverá expediente no CRMV-PE nesta quinta (15) e sexta-feira (16).

As atividades retornam ao normal na segunda-feira e na próxima sexta o expediente será ampliado, indo das 8h às 17h.

Nota de repúdio sobre criação de animais para uso em lutas

O Conselho Regional de Medicina Veterinária de Pernambuco subscreve com toda ênfase a posição de todos os profissionais de Medicina Veterinária e Zootecnia representados nacionalmente pelo CFMV com relação à postura agressiva e descabida do senador Telmário Mota(PTB-RR), que último dia 5 fez discurso na 128ª Sessão Plenária do Senado, no qual criticou a Resolução CFMV nº 1.236/2018, usando termos ofensivos contra os membros dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária. será encaminhada na forma de ofício ao Senado Federal, pedindo providências em relação à falta de decoro do parlamentar. Abaixo, a íntegra da nota, aprovada pela diretoria do CFMV e pelos presidentes dos CRMVs, presentes à 3ª Câmara Nacional de Presidentes do Sistema CFMV/CRMVs.

NOTA DE REPÚDIO

Espanto, perplexidade, surpresa, indignação e repulsa!

Essas foram as reações do Plenário do CFMV e dos Presidentes dos 27 CRMVs ao pronunciamento feito pelo Senador Telmário Mota (PTB-RR), que, no último dia 5/11/2018 durante a 128ª Sessão Plenária do Senado, ao criticar o inciso XXVII, art.5º, da Resolução CFMV nº 1236/2018, defendeu a criação e a manutenção de animais para uso em lutas, em especial a de aves, e ofendeu de modo raso e de baixo calão os Conselhos de Medicina Veterinária e seus membros.

Inicialmente, o Senador afirmou, confessou e reconheceu que em sua fazenda cria, em regime de campo, aves combatentes (“aves de briga”).

A Resolução CFMV nº 1236 é explícita ao vedar a manutenção e criação de animais (inclusive aves combatentes) para fins de luta, finalidade esta que viola frontalmente o Texto Constitucional (art.225, §1º, VII) e a posição já firmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em relação às denominadas rinhas, conforme podemos extrair do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 1856/RJ, ocasião em que o Min. Celso de Mello expôs: “Não se diga que a ‘briga de galos’ qualificar-se-ia como atividade desportiva ou prática cultural ou, ainda, como expressão folclórica, numa patética tentativa de fraudar a aplicação de regra constitucional de proteção da fauna, vocacionada, dentre outros nobres objetivos, a impedir a prática criminosa de atos de crueldade contra animais. Não caracterizam manifestações de índole cultural, fundadas em usos e em costumes populares verificados no território nacional”.

Num segundo momento, denominou os membros dos Conselhos de adjetivos irreproduzíveis!

As ofensas aos Conselhos e a seus membros, por sua vez, demonstram o tratamento tacanho, injurioso, difamatório e calunioso do Senador a entidades e agentes estatais responsáveis pela regulamentação e fiscalização do exercício da Medicina Veterinária e da Zootecnia no País, que editaram a Resolução nº 1236/2018 e cumpriram fielmente as prerrogativas e competências definidas pela Constituição e pelas Leis nº 5.517 e 5.550/1968.

Assim, esperamos que a atividade agropecuária do Senador seja apenas de criação e manutenção, sem o objetivo de submeter as aves a rinhas, o que exigiria das autoridades ambientais (IBAMA, Polícia Federal e Ministério Público) a pronta e imediata atuação, na forma da Lei de Crimes Ambientais (nº 9.605/1998).

Esperamos, ainda, que o pronunciamento do Senador não tenha o objetivo de tutelar interesses ou benefícios pessoais, o que se afiguraria, além de temerário, alheio à imunidade parlamentar, a ensejar a representação por eventual quebra do decoro parlamentar, prevista nos artigos 25 e §1º, 32, do Regimento Interno do Senado Federal.

Exigimos, portanto, que o Senador pronta e voluntariamente retrate-se das ofensas gratuitas e infundadas, de modo a conferir ao mandato por ele exercido o status esperado.

 

Sistema Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária

 

 

Auditório do CRMV-PE passará por ampla reforma em dezembro

Comunicamos que em entre os dias 1º e 15 de dezembro o auditório do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Pernambuco (CRMV-PE) ficará fechado por conta da realização de uma ampla reforma!

O espaço volta a receber as atividades normalmente logo após esse período!

CFMV aprova resolução que define maus-tratos a animais

Na segunda-feira (29/10), o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) publicou a Resolução nº 1.236, que institui o regulamento para conduta do médico-veterinário e do zootecnista em relação a constatação de crueldade, abuso e maus-tratos aos animais.

Pela primeira vez, uma norma brasileira traz conceitos claros e diferencia práticas de maus-tratos, de crueldade e de abuso. O objetivo é fortalecer a segurança jurídica, auxiliar os profissionais que atuam em perícias médico-veterinárias, bem como servir de referência técnico-científica para decisões judiciais relacionadas aos maus-tratos praticados contra animais.

Dessa forma, a resolução define que maus-tratos são atos ou até omissões que provoquem dor ou sofrimento desnecessários aos animais.

Já crueldade é submeter o animal a maus-tratos de forma intencional e/ou de forma continuada.

E abuso é qualquer ato intencional que implique no uso despropositado, indevido, excessivo, demasiado, incorreto de animais, causando prejuízos de ordem física e/ou psicológica, incluindo os atos caracterizados como abuso sexual.

 

Maus-tratos

Os indicadores de bem-estar animal (nutricionais, ambientais, sanitários e comportamentais), que podem variar de acordo com a espécie animal e com a situação em que se encontram, compõem um instrumento reconhecido para o diagnóstico de bem-estar animal e abrangem os principais aspectos que influenciam a qualidade de vida do animal.

Os médicos veterinários e zootecnistas, quando capacitados em etologia e bem-estar animal, são profissionais habilitados para o diagnóstico do grau de bem-estar dos animais.

Diante desses indicadores, considerando que os animais são seres sencientes, com capacidade de sentir; e atendendo ao apelo da sociedade para a promoção do bem-estar animal, a resolução do CFMV em seu artigo 5º traz 29 itens do que são considerados maus-tratos.

Entre eles, o abandono de animais. “Deixar o tutor ou responsável de buscar assistência médico-veterinária quando necessária”. Significa que o médico-veterinário deve prevenir práticas de abandono de animais por meio de orientação para a guarda responsável..

Para não ser considerado maus-tratos, a resolução do CFMV recomenda que quando os animais precisam ser submetidos a condições estressantes, que provoquem certo grau de sofrimento e por período transitório, é mandatória a adoção de medidas de mitigação, a exemplo das boas práticas no transporte de animais vivos.

Também são considerados maus-tratos manter animais em número acima da capacidade de provimento de cuidados para assegurar boas condições de saúde e de bem-estar animal, exceto nas situações transitórias de transporte e comercialização; submeter o animal a atividades excessivas por coerção ou esforço físico por mais de quatro horas, sem descanso água ou alimento.

Nesse rol também está contemplada a alimentação forçada, técnica para provocar a degeneração gordurosa do fígado para a produção de foie-gras. A partir de agora, com a resolução, a prática é considerada maus-tratos, exceto quando para fins de tratamento prescrito por médico-veterinário.

 

Denúncia

O profissional que constatar ou suspeitar a prática de crueldade, abuso ou maus-tratos, deve registrar em prontuário médico, indicando responsável, local, data, fatos e situações, finalizando com assinatura, carimbo e data do documento.

Além disso, o profissional deve enviar o relatório médico ao Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) de sua circunscrição, por qualquer meio físico ou eletrônico, para registro temporal, podendo o CRMV enviar o respectivo documento para as autoridades competentes.

 

E se a pessoa envolvida na suspeita for médico-veterinário ou zootecnista? A lei é para todos e não exime o médico-veterinário ou zootecnista de arcar com as consequências éticas além de penais, pois ambos os profissionais dispõem de códigos de ética que proíbem a prática de maus-tratos e os obriga a preservar o bem-estar animal.

 

CRMVs – Neste caso, além de denunciar nos órgãos competentes (Polícia, Ministério Público, Ibama e Secretarias de Meio Ambiente), a denúncia deve ser encaminhada para o CRMV do estado em que a situação foi observada, uma vez que são os responsáveis por apurar os fatos e fiscalizar o exercício legal da profissão nos estados.

Após apuração, se houver indícios de maus-tratos, o CRMV abrirá um processo ético-profissional. Compete ao CRMV onde o profissional está inscrito o julgamento dos processos disciplinares, em primeira instância, bem como a aplicação das penalidades previstas no artigo 33, da Lei nº 5.517.

CFMV – Ao Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) cabe julgar os processos disciplinares em segunda e última instância, a partir dos recursos interpostos contra decisões proferidas pelos CRMVs, conforme Resolução CFMV nº 875, de 12 de dezembro de 2007, que aprova o Código de Processo Ético-Profissional.

 

Leia também:

Veja como denunciar maus-tratos praticados contra animais

Assessoria de Comunicação do CFMV

Do agronegócio ao mercado pet, profissionais comprometidos!

Dr. Francisco Cavalcanti de Almeida

Vivemos tempos decisivos. Momento de escolher quem irá nos representar pelos próximos anos. No mês em que o processo democrático fervilha no país, médicos-veterinários e zootecnistas comemoram 50 anos de criação do sistema que fiscaliza e regulamenta suas profissões.

Há cinco décadas, quando foi publicada a Lei (nº 5.517) que criou os Conselhos Federal e Regionais de Medicina Veterinária, o chamado Sistema CFMV/CRMVs, não se imaginava que as duas profissões ganhariam o protagonismo atual e seriam tão decisivas para a economia brasileira como são agora.

Hoje, a Medicina Veterinária e a Zootecnia fortalecem o agronegócio,mercado que já é responsável por ¼ do PIB brasileiro. São profissionais que estão presentes em toda a cadeia de produção animal do país.São eles que atestam e garantem a qualidade dos produtos de origem animal consumidos pela sociedade. Estão presentes desde o melhoramento genético dos animais, passando pela nutrição, saúde, manejo, abate, rastreabilidade até chegar às gôndolas dos supermercados.

Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em 50 anos, o Brasil saiu de importador para exportador de alimentos, fornecendo comida para 1,2 bilhão de pessoas em todo o mundo. O país tem um rebanho de 5,7 bilhões de aves, 214 milhões de cabeças de gado e 37 milhões de suínos.

O Brasil usa 21,2% de suas terras para pecuária e tem potencial para dobrar a produção, utilizando a mesma área atual. A expectativa do setor é sair de 7% para 10% do mercado de exportação global.

Especialmente nesses últimos 50 anos, após a criação do Sistema CFMV/CRMVs, os médicos-veterinários e zootecnistas foram cruciais na erradicação da febre aftosa, da peste bovina e da peste suína africana dos nossos rebanhos.

O Brasil possui a melhor avicultura do mundo do ponto de vista sanitário, pois o plantel de aves está livre da Influenza e da Newcastle.Justamente, por isso, somos líder mundial em exportações de carne de frango, com 38% da fatia global. De acordo com a ABPA, em 2017, exportamos 4,32 milhões de toneladas para 160 países, com receita de US$ 7,1 bilhões.

Também são profissionais imprescindíveis para o crescimento da indústria pet.Segundo a Euromonitor Internacional, o Brasil é o terceiro maior do mundo em faturamento no setor.O segmento, de acordo com Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), faturou R$ 20,37 bilhões em 2017 e alcançou um crescimento de 4,95%, comparado ao ano anterior

Tudo isso representa a expansão do mercado de atuação para médicos-veterinários e zootecnistas.

Tem apenas 50 anos que a Lei 5517 passou a competência de fiscalizar o exercício profissional da Medicina Veterinária e da Zootecnia para as próprias categorias. Defendemos mercado para os nossos profissionais, cuja missão vai muito além da promoção da saúde e do bem-estar animal. Somos profissionais de saúde única, responsáveis por integrar a saúde animal, humana e do meio ambiente.

A mensagem para os profissionais é de orgulho, reconhecimento e valorização. Mas temos muito trabalho pela frente e compromissos sérios com o desenvolvimento do Brasil.

Às vésperas do pleito eleitoral e com a maturidade de meio século de caminhada, essa é uma data que nos pedereflexão.Somos 187,3 mil médicos-veterinários e zootecnistas brasileiros atuando ativamente pelo crescimento econômico do país. Desse total, 87,6 mil são mulheres e os especialistas políticos apostam que o voto feminino pode decidir a eleição.

Como profissionais que têm compromisso integral e abrangente com a saúde pública, a segurança alimentar e a proteção do meio ambiente, temos a oportunidade de escolher uma plataforma política que coadune com essa missão e reconheça o valor das nossas profissões.

Cabe-nos analisar os candidatos que se aproveitam do período eleitoral e usam a causa animal para ganhar votos, mas que no dia a dia da nossa lida não se fazem presentes.

Temos a oportunidade de renovar a política brasileira e eleger quem reconheça a importância dos serviços veterinários e zootécnicos para a sociedade e a estabilidade econômica do país.

Transparência e inovação são as premissas que marcam o jubileu de ouro do Sistema CFMV/CRMvs. É o que também queremos para o Brasil.Que os nossos próximos 50 anos, como profissionais e nação, sejam de gestão eficiente e responsável, fortalecimento do processo democrático,transparência pública, controle social e inovação científica e tecnológica.

Francisco Cavalcanti de Almeida
80 anos, atual presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (2018-2020), médico-veterinário formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e servidor aposentado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

 

CFMV consulta o Mapa sobre suposta falta da vacina antirrábica

Durante o período da campanha de vacinação contra a raiva, nas últimas semanas, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) recebeu, em suas mídias sociais, questionamentos de médicos-veterinários e outros internautas sobre a falta de vacinas antirrábicas para cães e gatos no mercado brasileiro.

Em respostas às demandas dos profissionais e da população, o CFMV enviou, nesta segunda-feira (8/10), ofício ao Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa). No documento, o Conselho consulta o Mapa sobre o motivo do suposto desabastecimento e a previsão de disponibilidade do referido imunobiológico.

Além disso, o CFMV solicita ao Mapa orientação sobre qual procedimento o profissional deve adotar em possíveis situações de desabastecimento. Para o Conselho, o uso da vacina é essencial para a prevenção e o controle da raiva felina, canina e humana no país.

Assessoria de Comunicação do CFMV

Foco de Peste Suína Clássica é identificado no Ceará

A Organização Internacional de Saúde Animal (OIE) reportou uma ocorrência de Peste Suína Clássica (PSC), em Forquilha, no Ceará. O foco foi identificado em uma propriedade familiar de subsistência, com 130 animais. Destes, 115 foram contaminados e 112 morreram. Os outros três foram sacrificados.

A comunicação da problemática foi realizada pelo diretor do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Guilherme Marques. Já a identificação da doença foi feita pelo Laboratório Nacional (Lanagro), em Minas Gerais.

Este é o primeiro caso de Peste Suína Clássica no Brasil desde 2009. A doença, assim como a Peste Suína Africana, tem se alastrado especialmente por países do leste europeu e da Ásia.

De acordo com a OIE, o Ceará não é parte da zona livre de Peste Suína Clássica e a ocorrência registrada está a mais de 500 quilômetros dos limites da zona livre, além disso, já estão sendo adotadas medidas de restrição de movimento de animais e produtos biológicos, para que a contaminação não chegue à zona livre, por isso, além do sacrifício dos porcos contaminados, as propriedades situadas no raio de 10 quilômetros em torno do foco estão sendo investigadas. Segundo o MAPA, não haverá impactos no comércio de suínos e derivados.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) reforçou ainda que não há riscos de disseminação da doença para a produção nacional e que não há fluxo comercial de suínos partindo do Ceará para o Sudeste, Centro-Oeste e Sul do país.

Peste Suína Clássica – Também conhecida como cólera suína, a peste é uma doença viral contagiosa que afeta somente suínos domésticos e selvagens, sem riscos à saúde humana e outras espécies animais. Ela é diferente da peste suína africana, que tem afetado a produção na Europa e Ásia. Esta última é mais agressiva e tem maior capacidade de difusão, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Zona Livre – Segundo informações do Mapa, a zona livre da peste suína clássica concentra mais de 95% de toda a indústria e 100% da exportação de suínos brasileira. Ela é formada por 16 estados (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Tocantins, Pará, Rondônia e Acre), além do Distrito Federal. Nesses locais, o último foco da doença foi detectado em 1998.

Petrolina recebe palestras gratuitas sobre Responsabilidade Técnica

O Conselho Regional de Medicina Veterinária de Pernambuco (CRMV-PE) promove, nos dias 25 e 26 de outubro, em Petrolina, no auditório do 72º Batalhão de Infantaria Motorizada, palestras gratuitas sobre Responsabilidade Técnica (RT), tema que sempre desperta grande interesse porque são os profissionais desta área que devem referendar ao consumidor a qualidade do produto final ou do serviço prestado, podendo, inclusive, responder civil e penalmente por eventuais danos gerados por negligência, imprudência, imperícia ou omissão. Daí a importância de se manter atualizado e capacitado para os que desejam seguir por essa área. Vale ressaltar que a iniciativa faz parte dos projetos de interiorização e capacitação profissional gratuita do Conselho.

Assim, a programação na quinta-feira (25) começa às 19h, com o Dr. Jorge Lucena, conselheiro do CRMV-PE e  professor da UFRPE – UAG, ministrando uma palestra sobre “Otimização Biomecânica na Eficiência do Movimento Equino.

Das 20h às 21h, o presidente do CRMV-PE, o Dr. Marcelo Teixeira, também professor da UFRPE, fala sobre as “Afecções Cirúrgicas do Joelho em Cães e Gatos”.

Na sexta-feira (26), às 9h da manhã, o evento recomeça com abertura oficial realizada pelo presidente  Marcelo Teixeira. Logo em seguida, ele ministra palestra sobre “Responsabilidade Técnica, Informes Gerais e Legislação”, com moderação do Dr. Durval Baraúna Júnior, conselheiro do CRMV-PE e professor da Univasf.

Em seguida, é a vez do Dr. Durval palestrar sobre a “Responsabilidade Técnica em Hospitais Veterinários, Clínicas, Consultórios e Pet Shops”, com o Dr. Amaro Fábio também conselheiro do Conselho, na mediação.

À tarde, começando às 14h, é a vez do público conferir palestras sobre responsabilidade técnica em eventos equestres, como haras, jóqueis-clubes e outras entidades hípicas, e também debater sobre exposições, feiras, leilões e outros eventos pecuários, com Dr. Marcelo Brasil Machado e o Dr. Jorge Lucena, conselheiros do CRMV-PE.

Depois, das 15h30h às 17h, a palestra “Responsabilidade Técnica em Supermercado”, que terá o Dr. Marcelo Brasil como moderador e a Dr. Glenda Holanda como palestrante.

Encerrando a programação, uma conversa sobre “Responsabilidade Civil e Seguros Profissionais”, até as 18h. Depois será realizado um coquetel de encerramento e confraternização.

Além disso, o Conselho ainda realiza na quinta-feira (25) uma plenária no município, a primeira promovida fora do Recife! Visando a interiorização da instituição, a ideia é que outras cidades do interior recebam futuramente plenárias do CRMV-PE, o que aumenta e estreita a relação do Conselho com os profissionais de todo o Estado, fazendo com que a representação aconteça de forma mais eficiente.

O presidente do CRMV-PE, o Dr. Marcelo Teixeira, estará presente em toda a ação, comandando, inclusive, a entrega das carteiras profissionais dos novos Médicos Veterinários e Zootecnistas de Petrolina e arredores.

 

Serviço – Palestras sobre RT

Onde: Auditório do 72º Batalhão de Infantaria Motorizada de Petrolina (Avenida Cardoso de Sá, S/N, Vila Eduardo)

Quando: 25 e 26 de outubro

Horário: 1º dia: das 19h às 20h / 2º dia: das 9h às 18h

Entrada gratuita

Inscrição no local do evento

 

 

 

Conselho de Veterinária promove palestras gratuitas em Salgueiro

Para dar continuidade aos projetos de interiorização e capacitação profissional gratuita, o Conselho Regional de Medicina Veterinária de Pernambuco (CRMV-PE) promove, no dia 5 de outubro, em Salgueiro, no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), um dia inteiro de palestras gratuitas sobre Responsabilidade Técnica (RT), tema que sempre desperta grande interesse porque são os profissionais desta área que devem referendar ao consumidor a qualidade do produto final ou do serviço prestado, podendo, inclusive, responder civil e penalmente por eventuais danos gerados por negligência, imprudência, imperícia ou omissão. Daí a importância de se manter atualizado e capacitado para os que desejam seguir por essa área.

Assim, a programação começa às 9h da manhã, com abertura oficial realizada pelo presidente do CRMV-PE, o Dr. Marcelo Teixeira, e a tesoureira do Conselho, a Dr. Mirian de Fátima Torres. Logo em seguida, o presidente ministra palestra sobre “Responsabilidade Técnica, Informes Gerais e Legislação”. É de Marcelo Teixeira também a tarefa de palestrar sobre a “Responsabilidade Técnica em Hospitais Veterinários, Clínicas, Consultórios e Pet Shops”. A moderação fica por conta de Mirian.

À tarde, começando às 14h, é a vez do público conferir palestras sobre responsabilidade técnica em eventos equestres, como haras, jóqueis-clubes e outras entidades hípicas, e também debater sobre exposições, feiras, leilões e outros eventos pecuários, com o Dr. Victor Netto Maia, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Universidade Acadêmica de Garanhuns (UAG). O Dr. Marcelo Brasil Machado, conselheiro do CRMV-PE, participa como mediador.

Finalizando a programação, o evento traz para o centro dos debates uma zoonese que vem despertando atenção da população, dos médicos e da autoridade. Trata-se da Leishmaniose, uma das doenças infecciosas que mais afeta os cães no Brasil, com um considerável aumento no número de casos confirmados nos últimos anos. Para falar da problemática, o seminário traz a Dra. Edna Michelly, da UFRPE e especialista no assunto, que até pouco tempo atrás assustava muitos donos de animais por ser um diagnóstico que culminava com a eutanásia, por não haver tratamento especifico para a doença. Mas atualmente o cenário é outro, já existe uma droga liberada pelo Ministério da Agricultura e o tratamento já é uma realidade, que embora não cure o animal por completo, livra-o dos sintomas e zera as chances de transmissão.

Com mediação da Dr. Mirian de Fátima Torres, a palestra abordará esse e outros aspectos da problemática, o que passa por repasse de informações, prevenção, sintomas, diagnósticos e, claro, tratamento.

 

Serviço – Palestras sobre RT e zoonoses

Onde: No IFPE (BR-232, Km 508, s/n – Zona Rural, Salgueiro – PE)

Quando: 5 de outubro

Horário: das 9h às 18h

Entrada gratuita

Inscrição no local do evento

 

Programação

9h – Abertura

 

9h30 às 10h30

Responsabilidade Técnica, Informes Gerais e Legislação

Palestrante: Dr. Marcelo Teixeira (presidente do CRMV-PE)

Moderadora: Mirian de Fátima Torres (tesoureira do CRMV-PE)

 

Intervalo

 

10h45 às 12h

Responsabilidade Técnica em Hospitais Veterinários, Clínicas, Consultórios, PetShop’s

Palestrante: Dr. Marcelo Teixeira (presidente do CRMV-PE)

Moderadora: Mirian de Fátima Torres (tesoureira do CRMV-PE)

 

Almoço

 

14h

Responsabilidade Técnica em Eventos Equestres: Haras, Jóqueis-Clubes e Outras Entidades Hípicas

 

Exposições, Feiras, Leilões e Outros Eventos Pecuários

Palestrante: Dr. Victor Netto Maia – UFRPE/UAG

Moderador: Dr. Marcelo Brasil Machado (conselheiro do CRMV-PE)

 

Intervalo

 

16h às 18h

Leishmaniose

Palestrante: Dra. Edna Michelly – UFRPE

Moderadora: Mirian de Fátima Torres (tesoureira do CRMV-PE)

Estudo traz informações sobre o universo dos cavalos

Quer saber mais sobre o mundo dos cavalos? Então confira o estudo feito por Patrícia Opik  e descubra como se deu o processo de introdução do animal no Brasil e em Pernambuco, quais são as atividades humanas ligadas à criação, como anda o mercado brasileiro de cavalos, quais são as raças mais conhecidas no País e muito mais!

Acesse o link e descubra mais sobre esses animais, descendentes de uma linha evolutiva com cerca de 60 milhões de anos!

 

O MUNDO DOS CAVALOS